{"id":2802,"date":"2021-05-28T16:10:04","date_gmt":"2021-05-28T19:10:04","guid":{"rendered":"https:\/\/festfoto.art.br\/?p=2802"},"modified":"2021-05-28T16:10:04","modified_gmt":"2021-05-28T19:10:04","slug":"premiados-das-leituras-de-portfolio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.festfoto.art.br\/2025\/premiados-das-leituras-de-portfolio\/","title":{"rendered":"Premiados das Leituras de Portf\u00f3lio"},"content":{"rendered":"\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n<p><strong>FestFoto anuncia o resultado dos premiados na Leituras de Portf\u00f3lio 2021:<\/strong><\/p>\n<p><strong>&#8211; Pr\u00eamio MedPhoto 2021 (exposi\u00e7\u00e3o)<\/strong> \u2013 Motherhood, de Madame Pagu (Brasil\/It\u00e1lia)<br \/><strong>&#8211; CDF Centro de Fotografia de Montevideo (exposi\u00e7\u00e3o)<\/strong> &#8211; Pedro Kuperman (Ashaninka)<br \/><strong>&#8211; Bolsa FotoFest\/Houston Leituras de portf\u00f3lio<\/strong> &#8211; Jes\u00fas Jim\u00e9nez (M\u00e9xico)<br \/><strong>&#8211; Resid\u00eancia Art\u00edstica Online FotoFest Houston<\/strong>\u00a0&#8211; Leonardo Ramadinha (Brasil), para desenvolvimento da s\u00e9rie A \u00daltima Festa nas plataformas digitais do FotoFest<br \/><strong>&#8211; Resid\u00eancia Art\u00edstica Eust\u00e1quio Neves<\/strong> &#8211; Mar\u00edlia Oliveira (presencial) e Anna Ortega (remoto)<br \/><strong>&#8211; Pr\u00eamio de Aquisi\u00e7\u00e3o Museu da Fotografia de Fortaleza<\/strong> &#8211; Ilana Bar (Transpar\u00eancia de Lar e T\u00e3o Down) e Rodrigo Zeferino (O Grande Vizinho)<\/p>\n<p><strong>Parab\u00e9ns aos(as) premiados(as) e a todos(as) que participaram das leituras!<\/strong><\/p>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Veja abaixo o trabalho cada um dos premiados:<\/strong><\/p>\n\n\n<p><strong>Motherhood, de Madame Pagu (Brasil\/It\u00e1lia)<br><\/strong><br><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-2806\" src=\"https:\/\/festfoto.art.br\/site2020\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Pagu4.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"576\"><br>Motherhood<br>O projeto parte da viv\u00eancia da artista e discute as rela\u00e7\u00f5es entre m\u00e3es e filhas. O tema \u00e9 um tabu constru\u00eddo a partir da ideia rom\u00e2ntica do amor materno infinito e que acaba por camuflar rela\u00e7\u00f5es t\u00f3xicas, permeadas por dor e viol\u00eancia f\u00edsica e psicol\u00f3gica. A artista incorpora fotos de outras crian\u00e7as e autorretratos como forma de ilustrar seu pr\u00f3prio percurso.<\/p>\n<p>Madame Pagu (1967, Brasil) \u00e9 uma multiartista que combina sua fotografia original e imagens e objetos apropriados com collage, arte t\u00eaxtil, mixmedia processos destrutivos e arte digital para criar obras que remetem ao universo feminino, \u00e0 conex\u00e3o entre pessoas e \u00e0 passagem do tempo. Desde 2015, vive na It\u00e1lia, quando deixou a vida de advogada e professora universit\u00e1ria para dedicar se completamente \u00e0 arte.<\/p>\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n<p><strong>Ashaninka &#8211; Pedro Kuperman (Brasil)<\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-2810\" src=\"https:\/\/festfoto.art.br\/site2020\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/PK1.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"683\">Ashaninka, de Pedro Kuperman<br><strong>Oficina de Fotografia Ashaninka<\/strong>&nbsp;\u00e9 um projeto de capacita\u00e7\u00e3o em fotografia para a comunidade ind\u00edgena Ashaninka do Rio Am\u00f4nia, localizada no munic\u00edpio de Marechal Thaumaturgo, Acre, na fronteira com o Peru.&nbsp;<br>O projeto de oficinas foi iniciado em 2016 a partir da demanda das lideran\u00e7as Ashaninka, que enxergam na fotografia uma potente ferramenta a ser incorporada em sua cultura. Com esta capacita\u00e7\u00e3o, eles pretendem criar um acervo de imagens com seus pr\u00f3prios olhares, que poder\u00e1 ser utilizado na forma\u00e7\u00e3o cultural de jovens Ashaninka, na defesa de seu territ\u00f3rio, de sua cultura e em sua comunica\u00e7\u00e3o com outras etnias e com o mundo n\u00e3o ind\u00edgena.&nbsp;<\/p>\n<p>Pedro Kuperman<\/p>\n<p>Nascido em Nova York em 1984, Pedro Kuperman reside toda a sua vida no Rio de Janeiro, Brasil. Pedro desenvolve projetos art\u00edsticos e educacionais muitas vezes sobre a rela\u00e7\u00e3o das pessoas com a natureza e com o ambiente que as rodeia. Idealizador do projeto Oficina de Fotografia Ashaninka em coopera\u00e7\u00e3o com a UNESCO Brasil &#8211; programa de capacita\u00e7\u00e3o de pessoas da comunidade ind\u00edgena Ashaninka do Rio Am\u00f4nia (Amaz\u00f4nia) em fotografia e documenta\u00e7\u00e3o de sua pr\u00f3pria cultura. Obra exposta na mostra \u201cWhat&#8217;s Going On In Brazil\u201d, no festival Les Rencontres d&#8217;Arles, 2019 em Arles, Fran\u00e7a, e no festival Cri d&#8217;Amour Pour Le Br\u00e9sil, 2018 em Paris, Fran\u00e7a. O projeto Jardim de Maria foi finalista em Sele\u00e7\u00e3o do 70\u00ba Rio Workshops da Magnum, em 2017, vencedor do pr\u00eamio do Festival de Fotografia FotoRio 2017, no Rio de Janeiro e exibido em diversos festivais em 5 pa\u00edses. Seu trabalho foi selecionado para integrar o acervo de Joaquim Paiva em fevereiro de 2019.<\/p>\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n<p><strong>Money &#8211; Jes\u00fas Jim\u00e9nez (M\u00e9xico)<\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-2784\" src=\"https:\/\/festfoto.art.br\/site2020\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/JJ2.jpg\" alt=\"\" width=\"1200\" height=\"866\">Jes\u00fas Jim\u00e9nez Morelia (M\u00e9xico, 1978).<\/p>\n<p>Doutorando em pesquisa e produ\u00e7\u00e3o em Arte na Universidade Polit\u00e9cnica de Val\u00eancia (Espanha).<br>Selecionado para a resid\u00eancia FAAP (S\u00e3o Paulo) de fevereiro a junho de 2019.<br>Tem obras em cole\u00e7\u00f5es de museus nos Estados Unidos e M\u00e9xico. Atua como professor, consultor e curador.<br><span style=\"font-size: inherit;\">Apresentou a s\u00e9rie &#8220;Money&#8221;, onde trabalha com a materialidade flex\u00edvel do papel moeda para abordar quest\u00f5es sobre o conceito do dinheiro. Na resid\u00eancia na FAAP, abordou microscopicamente o papel moeda. Na s\u00e9rie Transacciones, traz a intera\u00e7\u00e3o do artista com os espa\u00e7os dos centros culturais.<\/span><\/p>\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n<p><strong>A \u00daltima Festa &#8211; Leonardo Ramadinha<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-2818\" src=\"https:\/\/festfoto.art.br\/site2020\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/LeoR6.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"768\">Leonardo Ramadinha (Rio de Janeiro, 1977)<br>Formado em Comunica\u00e7\u00e3o Social pela PUC, cursou especializa\u00e7\u00e3o em Artes Visuais na Unesa e \u00e9 p\u00f3s-graduado em Fotografia e Ci\u00eancias Sociais pela UCAM. Fundou e dirige o Espa\u00e7o Foto Contempor\u00e2nea, dedicado a cursos e workshops em fotografia, arte contempor\u00e2nea e imagem. Participou de exposi\u00e7\u00f5es coletivas e individuais no Brasil, Argentina, EUA, Col\u00f4mbia, Alemanha e Eslov\u00eania.<\/p>\n<p>Tem quatro livros lan\u00e7ados; \u201cSobre Mem\u00f3rias e Sonhos\u201d (2015), \u201cSobre a Delicadeza das Coisas\u201d (2015), \u201cAngra dos Reis\u201d (2014) e \u201cAquilo que Habita em Mim\u201d (2012), al\u00e9m de publica\u00e7\u00f5es coletivas como \u201cRio Mar Lisboa Rio\u201d (2015) e \u201cA Cria\u00e7\u00e3o do Mundo \u2013 Fotografia Contempor\u00e2nea Brasileira\u201d (2010). Seus trabalhos integram importantes cole\u00e7\u00f5es particulares tais como a Cole\u00e7\u00e3o Joaquim Paiva (MAM-RJ), Cole\u00e7\u00e3o Beto Silva, Cole\u00e7\u00e3o Julia e Luiz Porchat, Cole\u00e7\u00e3o Milton Abirached e a Cole\u00e7\u00e3o M\u00e1rcia e Eduardo Lopes Pontes e fazem parte do acervo da Pequena Galeria de Artes C\u00e2ndido Mendes e do Centro Cultural Recoleta em Buenos Aires.<\/p>\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n<p><strong>Resid\u00eancia Art\u00edstica Eust\u00e1quio Neves &#8211; Presencial<\/strong><\/p>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Marilia Oliveira &#8211; Amor Sapat\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-2852\" src=\"https:\/\/festfoto.art.br\/site2020\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/marilia027-scaled.jpeg\" alt=\"\" width=\"2560\" height=\"1729\"><\/p>\n<p>Mar\u00edlia Oliveira<br>Artista visual sapat\u00e3o cearense, interessada em mem\u00f3ria, autobiografia, g\u00eanero, lesbianidade, e na rela\u00e7\u00e3o entre imagem e palavra para composi\u00e7\u00e3o de narrativas. \u00c9 doutoranda em Artes Visuais pela UFBA e mestre em comunica\u00e7\u00e3o pela UFC. Integra o Descoletivo, coletivo de fotografia, com quem tem tr\u00eas fotolivros publicados (Afetos Urbanos, em 2015, S\u00e9ries Sobre o Sutil, em 2016 e Tempo Imperfeito &#8211; uma fotobiografia de Camilly Leycker, em 2017). Realizou exposi\u00e7\u00f5es individuais e participou de festivais e mostras coletivas no Brasil, em Portugal e na Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>Na leitura de Portfolio FestFoto 2021, apresentou o trabalho desenvolvido em torno do fotolivro Um livro sobre o amor sapat\u00e3o, premiado pelo VII Edital das Artes da SECULTFOR. O trabalho discute o direito \u00e0 mem\u00f3ria e faz um exerc\u00edcio de uma pedagogia visual positiva &#8211; distanciada da viol\u00eancia e do erotismo &#8211; que trata do ordin\u00e1rio da experi\u00eancia do amor sapat\u00e3o no cotidiano. O trabalho fala das pequenas amorosidades que envolvem a exist\u00eancia no mundo, ao largo e a despeito das expectativas do que seria uma rela\u00e7\u00e3o homoafetiva. \u00c9 a costura de uma mem\u00f3ria afetiva, como um \u00e1lbum de fam\u00edlia e um registro de alegria. O trabalho tamb\u00e9m est\u00e1 relacionado \u00e0 pesquisa de doutorado, intitulada Museu do Amor Sapat\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Resid\u00eancia Art\u00edstica Eust\u00e1quio Neves &#8211; \u00c0 dist\u00e2ncia<br>Anna Ortega<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-2830\" src=\"https:\/\/festfoto.art.br\/site2020\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Anna6.jpg\" alt=\"\" width=\"1029\" height=\"569\"><\/p>\n<p>Anna Ortega (Porto Alegre, 2000)<br>Artista visual e estudante de jornalismo da UFRGS. Interessada na possibilidade de di\u00e1logo entre as diferentes linguagens &#8211; fotografia, texto, v\u00eddeo, corpo -, busca na imagem a possibilidade do encontro. Se encanta pelo retrato como forma de partilhar um olhar, um instante, uma hist\u00f3ria, e investiga as formas que ele pode assumir. Costuma olhar para o cotidiano em busca do mi\u00fado do mundo, da casa e da mem\u00f3ria e do afeto. Tem interesse pela ancestralidade e pelas hist\u00f3rias contadas por nossas av\u00f3s. Desde 2019, desenvolve N\u00e3o H\u00e1 Casa Sem Flores, pesquisa po\u00e9tica protagonizada por sua M\u00e3e, V\u00f3 e Tia. Em 2021, realizar\u00e1 uma Resid\u00eancia Art\u00edstica na cidade de Bel\u00e9m, orientada por Alexandre Sequeira, como pr\u00eamio do 11\u00ba Di\u00e1rio Contempor\u00e2neo de Fotografia. Em 2019, participou de sua primeira exposi\u00e7\u00e3o coletiva, na Galeria Casa Baka, em Porto Alegre, onde apresentou a obra \u201cO Mar Verde Foi Tecido\u201d, uma s\u00e9rie fotogr\u00e1fica sobre a luta das mulheres na argentina para legalizar o aborto no pa\u00eds. \u00c9 interessada tamb\u00e9m no campo da arte-educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Na leitura de portfolio FestFoto 2021, apresentou dois trabalhos. Em N\u00e3o h\u00e1 casa sem Flores onde trabalha com fotografia e do v\u00eddeo para abordar o universo cotidiano da fam\u00edlia composta por mais tr\u00eas mulheres. No audiviosual de 20 minutos N\u00e3o H\u00e1 Mesa Sem Flores, o foco \u00e9 na mesa de refei\u00e7\u00f5es onde interagem M\u00e3e, V\u00f3 e Tia Lu. Somos levados ao mist\u00e9rio das gestualidades e das banalidades ditas no dia a dia. Ao mesmo tempo em que sabemos que aquela \u00e9 a mesa de jantar da casa da autora, quem olha acaba por sentar a mesa tamb\u00e9m. N\u00e3o conversa nem come, mas dialoga com as quatro mulheres.<\/p>\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Pr\u00eamio de Aquisi\u00e7\u00e3o Museu da Fotografia de Fortaleza<\/strong><\/p>\n\n\n<p><strong>Ilana Bar &#8211; Transpar\u00eancias de Lar e T\u00e3o Down<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-2837\" src=\"https:\/\/festfoto.art.br\/site2020\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/ilana3.jpg\" alt=\"\" width=\"960\" height=\"540\">Ilana Bar<br>Artista, fotografa e pesquisadora. Bacharel em fotografia pelo Centro Universit\u00e1rio Senac e mestranda em Artes Visuais pela ECA- USP. Vive e trabalha entre as cidades de Atibaia e S\u00e3o Paulo. Seus projetos e pesquisas envolvem o universo familiar, la\u00e7os afetivos com pessoas e espa\u00e7os. Em 2010 foi contemplada com o 1\u00ba lugar no 8\u00ba festival internacional da imagem fotogr\u00e1fica em Atibaia.<\/p>\n<p>S\u00e9ries:<br>Transpar\u00eancias de lar<br>O trabalho retrata o universo emocional da autora, composto por situa\u00e7\u00f5es do cotidiano e do imagin\u00e1rio familiar. Forma um mosaico de afetos e provoca a reflex\u00e3o sobre a vida, beleza, semelhan\u00e7a, diferen\u00e7a e afeto. Em 2017, esta s\u00e9rie participou da exposi\u00e7\u00e3o International Discoveries VI \u2013 Fotofest em Houston- TX e foi contemplada com o pr\u00eamio Nacional de fotografia Pierre Verger 2016\/2017 e o Pr\u00eamio Nera Di Verzasca, 2018 em Verzasca foto festival (Sonogno, Su\u00ed\u00e7a).<\/p>\n<p>T\u00e3o Down, 2010<br>S\u00e9rie de retratos de pessoas com s\u00edndrome de down a partir de refer\u00eancias que dialogam com pinturas rupestres, impressionismo, renascimento, barroco, pop art e neo clacissismo.<\/p>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Pr\u00eamio de Aquisi\u00e7\u00e3o Museu da Fotografia de Fortaleza<\/strong><\/p>\n\n\n<p><strong>Rodrigo Zeferino &#8211; O Grande Vizinho<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-2844\" src=\"https:\/\/festfoto.art.br\/site2020\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/RZ2.jpg\" alt=\"\" width=\"946\" height=\"629\"><\/p>\n<p>Rodrigo Zeferino, O Grande Vizinho<br>S\u00e9rie constru\u00edda ao longo de dois anos que apresenta uma leitura da paisagem de Ipatinga, cidade constru\u00edda em torno da usina sider\u00fargica Usiminas e tamb\u00e9m terra natal do autor. O trabalho problematiza a visualidade da cidade industrial e tamb\u00e9m questiona o modelo de consumo contempor\u00e2neo, baseado do extrativismo mineral. Em uma segunda fase, o trabalho apresenta o interior da usina e abre espa\u00e7o para uma percep\u00e7\u00e3o subjetiva das m\u00e1quinas, mat\u00e9ria-prima e rejeitos gerados na usina.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>FestFoto anuncia o resultado dos premiados na Leituras de Portf\u00f3lio 2021: &#8211; Pr\u00eamio MedPhoto 2021 (exposi\u00e7\u00e3o) \u2013 Motherhood, de Madame Pagu (Brasil\/It\u00e1lia)&#8211; CDF Centro de Fotografia de Montevideo (exposi\u00e7\u00e3o) &#8211; Pedro Kuperman (Ashaninka)&#8211; Bolsa FotoFest\/Houston Leituras de portf\u00f3lio &#8211; Jes\u00fas Jim\u00e9nez (M\u00e9xico)&#8211; Resid\u00eancia Art\u00edstica Online FotoFest Houston\u00a0&#8211; Leonardo Ramadinha (Brasil), para desenvolvimento da s\u00e9rie A 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