Reparação – Deslocar o humano do centro

MUSA – Museu da Amazônia – Reserva Florestal Adolpho Ducke, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia – Manaus Foto: Carlos Carvalho


Ao se autodeclarar o centro do universo, parte da espécie humana impôs ao mundo sua supremacia. Domar, dominar e subjugar em uma lógica que vai proliferando as áreas de sacrifício. Na construção deste lugar de rei e senhor, também foi preciso desqualificar outros seres humanos e submetê-los à exclusão. Enxergar o câmbio climático também significa dar visibilidade às desigualdades e à necessidade de sua reparação. Reabilitar relações de interdependência e cuidar do que está degradado. 

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